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João Azevêdo transmite cargo de governador ao presidente do Tribunal de Justiça


O governador João Azevêdo transmitiu, nesta terça-feira (12), o cargo para o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Saulo Henriques de Sá e Benevides. A transmissão de cargo aconteceu no Palácio da Redenção, em João Pessoa, e contou com as presenças de magistrados, parlamentares e secretários de Estado.


O presidente do Tribunal de Justiça ficará à frente do Governo do Estado entre os dias 13 e 23 de abril, data em que o governador João Azevêdo retoma suas funções após um período de descanso nos feriados da Semana Santa e Tiradentes.

Na ocasião, o governador licenciado João Azevêdo destacou a competência do presidente do Tribunal de Justiça para conduzir a gestão estadual e ressaltou a importância da harmonia entre os Poderes. “O governo ficará em ótimas mãos porque a conduta e a história do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Saulo Benevides, nos dá essa tranquilidade, temos uma relação institucional harmoniosa e vamos voltar com o mesmo empenho e dedicação para conduzir o estado nesse trabalho reconhecido pelo povo  para a construção de uma Paraíba cada vez melhor”, frisou.
 
Por sua vez, o presidente do Tribunal de Justiça e governador em exercício, Saulo Benevides, afirmou que se sente honrado por assumir o Governo da Paraíba e destacou que o momento irá marcar sua trajetória. “Aqui na Paraíba estamos cumprindo muito bem o que determina as Constituições Federal e Estadual no tocante à harmonia e independência dos Poderes. Nós vamos ficar em contato permanente com os secretários de Estado, voltando a nossa preocupação com os temas mais sensíveis, mantendo a máquina pública funcionando com todos os trabalhos e projetos”, declarou.

O desembargador Saulo Benevides, terceiro na linha sucessória, assume em virtude dos impedimentos da vice-governadora Lígia Feliciano e do presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino, que devem disputar mandatos eletivos no pleito eleitoral deste ano e ficariam inelegíveis, caso assumissem a função de governador.
 
 
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