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Plano de Lenildo e Edjane atenderá as mais de dez mil famílias em vulnerabilidade de Patos


Ao ajustar os projetos de governo, Lenildo Morais (PT) e Edjane Araújo (PDT) pretendem proporcionar à cidade de Patos o maior plano que o município já teve para atender às mais de dez mil famílias carentes que vivem em situação de vulnerabilidade nos bairros periféricos.


Ele, que é pré-candidato a prefeito, e ela, pré-candidata a vice, foram entrevistados por Sílvio Romero, no programa Participação Popular, ao ar pela Rádio Morada do Sol nesta sexta-feira (18).   

Eles enfatizaram a questão da sintonia entre as propostas que, pelo perfil político deles dois, ficou fácil juntar os planos, formando um só, abarcando todas as principais necessidades da população de Patos, especialmente da parcela mais carentes.

Entre as propostas voltadas para dar cidadania às famílias carentes de bairros periféricos como Dona Milindra, Sete Casas, Matadouro e Cangote do Urubu  é o plano de justiça fiscal tributária, onde os recursos do IPTU arrecadados nas localidades serão investidos nos locais de origem.

Outro ponto é a construção de casas para as famílias que ficaram desabrigadas após a enchentes e que vivem de aluguel social.  “Vamos construir dignidade”, disse a pré-candidata a vice-prefeita, Edjane Araújo, lembrando que o dinheiro gasto no aluguel daria para ter construído o dobro da quantidade de casas necessárias..

Lenildo Morais disse que a chapa que encabeça é propositiva e quer tirar Patos do caos em que se encontra, beneficiando os bairros com praças, creches e iluminação pública e saneamento, principalmente nas áreas carentes e que sofrem com a falta de serviços.


“Temos experiência administrativa comprovada. Temos compromisso com Patos, com todos, homens, mulheres, jovens, idosos, lgbts e todos aqueles que estão em estado de vulnerabilidade em nossa cidade”, disse Lenildo.  

Para Edjane, o que ela e Lenildo têm em comum é estar lado a lado para que a cidade tenha saúde, educação e saneamento básico e para que, por exemplo, as pessoas não precisem ter que comprar cimento e manilhas para consertar suas galerias.

Assessoria
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