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A promotoria da cidade promoveu a denúncia e já fez as alegações fnais e pede condenação de advogada

terça-feira, 11 de abril de 2017--

/ por portal de olho no sertão

Acusada de entrar no presídio com celulares, carregadores e chips para clientes presidiários, na principal casa de detenção de Cajazeiras, a advogada Catharine Rolim Nogueira é alvo de uma investigação do Ministério Público da Paraíba.

A promotoria da cidade promoveu a denúncia e já fez as alegações finais na ação que pede a condenação da operadora do Direito pela prática do crime de estelionato.

A ação não é referente a última acusação contra a advogada, mas de um processo do ano de 2015 que, segundo o Ministério Público, Catharine  teria obtido vantagem ilícita em prejuízo da vítima Antônio Pinto Diniz, induzindo-a em erro mediante meio fraudulento.

De acordo com as alegações finais ofertadas “resta isento de dúvida que a acusada contratou com a vítima, tendo recebido pela prestação de serviço inicialmente a quantia de R$ 2 mil, conforme previsto em contrato. 

No entanto, apesar de nunca ter entrado com a referida ação judicial, a acusada informou à vítima que haveria ingressado com o mandado de segurança e que a demora no processo se deveria a suposta greve dos servidores do judiciário. 

Notando a ansiedade e angústia da vítima para ter andamento em seu caso, a acusada conseguiu receber da vítima mais R$ 2 mil, a fim de agilizar o suposto processo, o qual, em verdade nunca existiu”, citou o MP.


Fonte: Diário do Sertão
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